Quando falamos com assistentes como o ChatGPT, raramente pensamos no impacto ambiental dessas interações. No entanto, atividades digitais, alimentadas por enormes centros de dados, geram uma pegada de carbono significativa. Mas como é que isso acontece e o que está a ser feito a respeito?
Por um lado, empresas como a Google têm liderado esforços para minimizar esse impacto. Desde 2017, a Google afirma ser carbono neutro, utilizando energias renováveis para compensar o carbono emitido pelos seus centros de dados. Outro exemplo é a Microsoft, que planeia ser carbono negativa até 2030, retirando mais carbono da atmosfera do que emite.
Estes esforços refletem-se em iniciativas como a atualização de algoritmos para menor consumo energético e a construção de centros de dados mais eficientes, que utilizam tecnologias de arrefecimento inovadoras para reduzir o consumo de energia.
Para os utilizadores, uma das formas de contribuir é optar por serviços que utilizam fontes de energia renováveis e pressionar por mais transparência ambiental. Escolher motores de busca como o Ecosia, que planta árvores com os lucros das pesquisas, é um exemplo do poder de pequenas escolhas quotidianas.
Assim, enquanto continuamos a desfrutar dos benefícios da tecnologia, tornar-se consciente do impacto digital é um passo crucial. Cada algoritmo refinado e cada escolha que fazemos no uso da tecnologia pode ajudar a pavimentar um caminho mais sustentável.


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